quarta-feira, 7 de abril de 2010

Nada é igual.


Pedi vergonhosamente para que me ouvissem, mas não escutaram pois nem ao menos eu abri a boca para falar. EU ESTOU CHEIA DO VAZIO, cheia da estupida solidão que hoje eu realmente não aprecio, não ESSA TARDE! Meu coração se amendronta, me assusta, e a chuva gelada lá fora cai, como se fosse um desperto pra me lembrar da realidade. Ando pela casa escura e vejo a minha tv ligada, está cheia de histórias e eu não estou com paciência pra isso, digo isso pois o doce chocolate (meu predileto) derrete na minha boca e eu realmente não me importo, nem ao menos sinto o gosto, é totalmente horrivel, esse gosto do vazio.

UM TOQUE, EU PEGO NO SONO.


Perdi a minha própria esperança, a chuva cai, e o relógio dessa tarde faz tic tac, tic tac. Meu coração pede pra que o mundo pare, sinto que estou despedaçando, que o brilho está se perdendo, e eu apenas assisto, como uma pessoa boba e desonhadora. Eu grito, soltando essa minha raiva e corro lá pra fora, aonde os pássaros cantam e os pingos de chuvam me acalmam.
Respiro forte e canto uma canção qualquer!


Um pouco despreocupada mais ao mesmo tempo ali vazia,
tão inercia a minha própria e estranha solidão.

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