terça-feira, 6 de abril de 2010

Ouvindo de mim mesma.

Mais um dia totalmente belo se encaixa em meu outono.




Me sinto livre, é isso. A LIBERDADE invade-me; minhas mãos tocam as nuvens distantes, imaginando sempre os meus sentimentos atuais. Sentimentos bons. O vento toca o meu cabelo e dança, como se eles fossem intimos, à anos e por fim penso, e muito. Sinto que às vezes que estou em uma constante mudança. Os dias pra mim são tão diferentes um dos outros, pois eu faço os meus hobbys por imaginárias etapas, mas não que necessariamente seja então uma ordem. Um dia eu tenho vontade noutro eu não tenho. Uma metarmofose. Sinto isso cada vez que passam os dias, os meus humores se trocam repentinamente, sempre. E noutros dias me sinto como uma borboleta que precisa voar e expressar tudo o que sente para o mundo inteiro ver, em outros me sinto em meu casulo, total pequeno, porém grande em meu pequeno mundo, sinto (sim) mas não expresso. Estou me reinventando todos os dias. Me opinando, sonhando, dizendo e expressando em todas as formas possíveis existentes ou não. Por isso por fim de fato é uma nota do qual a escritora aqui diz. MUDAR É BOM, e não faz mal, isso só depende inteiramente à você e a mais ninguém!

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