segunda-feira, 3 de março de 2014

Um adulto fantasiado de criança.


SER, todos os dias, a criança que vive que mim.
Ela se intimida logo de manhãzinha, quando a responsabilidade chama no barulhento despertador.
É uma luta contínua entre o mundo adulto e o infantil.
Ser uma garotinha todos os dias. É um desejo eterno de não se extinguir.
Viver e respirar o mundo mágico, colorido e fantasioso das pequenas crianças.
Com um coração aberto ao mundo das cores alegres, elas pintam e repintam o mundo delas.
Com os narizinhos bem sensíveis ao cheirinho da pipoca de circo, da fruta pega do pé, do sabor açucarado do algodão doce, do gosto gelado das gotinhas da chuva que molham e lembram como é bom pular na água, sem medo de se sujar.
BRINCAR, como é gostoso criar!
Um lago de inocência com pigmentos de pureza
Abrir o coração ao novo, sem preconceito algum.
Amar, pegar na mão, abraçar, se soltar, agarrar, falar o que tiver que falar.
Ser espontâneo!
Crianças ensinam que a simplicidade é rica de detalhes não notados,
E que deles podem surgir castelos com dragões que cospem fogo e princesas pintadas de cor de rosa!
Uma Via láctea borbulhante de mistérios!
Uma floresta encantada com bichinhos silvestres que cantam e dançam!
Um circo alegre com trapezista, junto com um atrapalhado palhaço fazendo malabares!
Pequenos sonhadores, pequenos criadores, pequenos brincalhões!
Tece-se ainda melhor, quando se é grande e ainda assim conserva dentro em si a pequena criança colorida e sapeca de sua infância!
Ahhh, *suspiro*

Como é bom ser criança.




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